Pensando com um pouco de sentimento e afunilando a atenção nos momentos, é possível extrair o degrade de memórias que cada acontecimento imprime em nós.
Escolhi esta foto pra começar, pois sem pedir licença ela apertou o "rec" e ficou guardada...Certo dia estava eu naquele apartamento zen, eu adorava deitar no sofá olhando para o teto, o som ligado e a luz apagada ...- Eu e minhas costumeiras reflexoes sobre o futuro (ou a respeito do agora). Considerava zen aquele lugar.. tinha uma tv 14 polegadas fora da tomada, ela ficava sobre um banco de madeira e servia de prateleira para os livros que começava a ler e parava na metade ( com certeza tinha mais de 10 naquela pilha e a estética colorida me fazia esquecer do porque estavam alí, simplesmente adubavam o espaço. E como a vida imita a arte e vice versa, um dia adquiri uma mini roseira, e resolvi que ela ficaria em cima dos livros ,que a esta altura já não me lembrava porque exatamente estavam lá. Só sei que até esta data vale dizer que apresentou um único botão de rosa e qualquer semelhança com o asteroide B612 é singela coincidencia) .
Bom, lá estava eu na divagação dos pensamentos vazios, foi quando percebi que o clarão da noite iluminava a planta e sua sombra era como uma idéia sólida em meio ao branco da parede... não pensei 2 vezes, fotografei aquela idéia para saber que o inesperado as vezes vem pra ficar.
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