Dos elementos o mais suave.
Sua transparência surpreende
quando vemos de repente
partículas que flutuam... no Ar
Água a voar, é o Sereno do Mar
O Vento do dia, A brisa do Luar
O som que nos faz cantar
ressoa na amplitude do Ar (Erunaiá)
Vento Divino, Senhor do Ar
Acastela o clima, renova os ares
Levanta as ondas, se ergue a girar...
Apaga as velas e atiça as fogueiras
Encantos a encantar,
Mistérios a desvendar,
Pra quem no ar, livre está
O sopro que provém do nada
preenche o todo e nos afaga
Vazio não há e vácuo não tem lugar
Pois Tudo está presente no ar...

Sigo os sinais que pairam
Pra quem quiser captar
Desde o princípio das eras
Tudo existe e se reverbera
Vivo por poder respirar
O ar soltar e o ar prender
É Vivenciar, é Conhecer...

Enquanto caminho, nunca sozinho
mergulho neste elemento,
que é meu alento e meu sustento...
Sou barco à vela, guiado no tempo
Orientado pela Rosa, dos ventos...
Neste ir e vir , remar é sentir, remar é sorrir.
Desde o sopro da Criação
Nosso Ser filtra o ar
Nobre Coração faz amar
Simples assim
Inspirar pra nascer
Amar e Aprender...
Exalar também faz parte do SerÉ Compartilhar o quinhão
Inteirando o ciclo, "Viver"
Deixo estar.
Com o Amor e com o Ar
Tudo o que tiver de ser, será!
Depende de nós...
E Já que é o Ar que Manda,
Dedico esta poesia a minha amiga, Amanda.

Uau, que merecimento bom o meu! Vou querer continuar merecendo...Grata! "canto flores pra quem é de cantoria pra quem faz da poesia o azul da imensidão..." Com carinho, Amanda
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